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Second Life? Que nada
Por »» Pirata 20/09/2007 @ 20:10:56

om uma estratégia inovadora, o Facebook quer transformar as redes de relacionamento em uma internet paralela.

Os brasileiros conhecem muito bem o Orkut, e entre os americanos o líder disparado em popularidade é o MySpace, mas quem está olhando para o futuro das redes de relacionamento online enxerga um nome à frente de todos os outros: Facebook. O serviço tem apenas três anos e meio de vida, mas já é o que cresce mais rapidamente em todo o mundo. A cada dia, 100 000 novos usuários montam suas páginas pessoais, publicam fotos e vídeos, deixam recados para os amigos e criam comunidades de discussão. O total de cadastrados já passa de 31 milhões. A descrição pode ser bem parecida com a de outras redes de amigos online, mas só o Facebook é chamado de "plataforma" - e isso faz toda a diferença. Mark Zuckerberg, de 23 anos, o imberbe ex-aluno de Harvard que criou o serviço durante as horas vagas na universidade, quer que seu site seja muito mais que um espaço de socialização e passe a ser o principal ponto de referência no qual os internautas possam buscar produtos, serviços ou informações na internet. Imagine, por exemplo, que na hora de pesquisar um novo televisor de alta definição você possa ver no Facebook o modelo que seus amigos já compraram (especialmente aquele que entende tudo de tecnologia). Ou, então, que você possa saber a opinião de seu amigo cinéfilo sobre determinado filme em cartaz. Essas informações estão espalhadas pela internet, mas Zuckerberg quer que todas estejam dentro do Facebook - e esse dia pode estar mais perto do que muitos imaginam.

A transformação de uma mera rede de contatos em uma espécie de dimensão paralela da web pode ter implicações profundas nos rumos da internet. É algo que, pelo menos do ponto de vista das intenções, pode ser muito mais poderoso do que o muito falado Second Life, o ambiente tridimensional que recebeu muita atenção da mídia nos últimos tempos, mas cujas vantagens práticas ainda estão por ser descobertas. No recente anúncio da nova estratégia do Facebook, Zuckerberg disse que o objetivo é transformar o serviço num "sistema operacional". Empresas de software hoje criam programas que funcionam no sistema Windows, por exemplo. A idéia é que elas agora também criem versões que estejam dentro do Facebook, o que significa que a empresa pretende ser cada vez menos um negócio de mídia e cada vez mais uma empresa de tecnologia. Enquanto a Microsoft oferece aos desenvolvedores uma base instalada de centenas de milhões de pessoas que usam o Windows diariamente, Zuckerberg tem outro patrimônio igualmente valioso: pessoas reais, e de quebra seus relacionamentos, seus hábitos de consumo e suas afinidades culturais.

A mudança estratégica concebida por Zuckerberg já começa a apresentar alguns resultados interessantes. A rede Wal-Mart, por exemplo, criou para o Facebook um pequeno aplicativo para ajudar a organizar as compras de material na volta às aulas. Também inventou um pequeno teste de personalidade para que os estudantes possam descobrir qual é seu perfil. Além do resultado, o software busca outras pessoas que tenham características semelhantes. Uma empresa iniciante, a Lending Club, criou um sistema em que usuários podem emprestar dinheiro diretamente aos outros, a taxas de juro mais baixas do que as cobradas por bancos. Por estar presente na plataforma Facebook, a empresa recebeu um aporte de mais de 10 milhões de dólares de investidores de risco. "Usar o Facebook como um meio de distribuição de software e serviços é um modelo muito interessante e de enorme potencial", diz Josh Bernoff, analista da empresa de consultoria Forrester Research e um dos maiores especialistas em comunidades virtuais. "Graças a essas inovações, o Facebook está roubando do MySpace a posição de rede social mais relevante da web."

Mesmo antes do anúncio dessa nova e ambiciosa estratégia, o Facebook já era considerado uma das propriedades mais valiosas da web. Os rumores sobre uma eventual venda para o Yahoo! já foram negados mais de uma vez, mas nunca foram afastados de forma definitiva. O preço? Algo como 1 bilhão de dólares, quantia que certamente faria de Mark Zuckerberg um dos empreendedores mais jovens a concretizar um negócio desse tamanho. A empresa não é obrigada a divulgar seus números, mas estima-se que o faturamento neste ano chegue a 150 milhões de dólares, essencialmente com receitas de publicidade. Diante de especulações dessa magnitude e da ambição proclamada do Facebook, é impossível não notar algumas ironias em sua curta história. A maior delas é a origem fechada do serviço. Criado em fevereiro de 2004, num quarto nos alojamentos de Harvard, o Facebook nasceu como uma rede em que só entravam os estudantes da universidade. O nome, a propósito, vem de um livro distribuído a todos os alunos com a foto e algumas informações básicas sobre os colegas. Graças à natureza fechada e a alguns recursos inovadores - os cadastrados eram obrigados a usar o nome e o endereço de e-mail reais, e as páginas tinham recursos que garantiam a exibição de certas informações a um grupo restrito de amigos -, rapidamente o Facebook tornou-se um hit. A fama extrapolou as fronteiras de Harvard e o sistema foi aberto para outras universidades também de elite: Yale, Columbia e Stanford. A exigência de que os perfis correspondessem a pessoas reais continuou, e isso foi determinante no início para o sucesso extraordinário da rede de relacionamento. Hoje, com o site aberto para qualquer internauta, é impossível garantir que os novos usuários sejam reais.

Seis meses e algumas centenas de milhares de pessoas cadastradas depois, Zuckerberg decidiu abandonar as aulas de psicologia em Harvard, mudar-se para o Vale do Silício e dedicar-se integralmente a transformar o Facebook num negócio. Algumas idiossincrasias dos empreendedores tecnológicos Zuckerberg já adotou. Tem, por exemplo, uma roupa oficial: jeans, camiseta, agasalho de moletom e um par de sandálias de borracha da Adidas. Seja no dia-a-dia do escritório (que já conta com quase 900 funcionários), seja em apresentações em conferências, o traje não muda. Zuckerberg, que diz ter aprendido a programar lendo manuais na época de colégio, também fez alguns contatos importantes. Um deles é Ray Ozzie, que sucedeu Bill Gates no cargo de arquiteto-chefe de software da Microsoft. Outro é Don Graham, executivo-chefe do Washington Post. Dono do site que tem a sexta maior audiência do mercado americano e aparentemente pouco interessado numa venda, Zuckerberg agora se concentra em promover a nova vocação do Facebook.

O principal desafio à frente é conseguir a adesão de usuários do mundo todo. Desde setembro do ano passado, qualquer pessoa de qualquer parte do mundo pode criar sua conta no site. A explosão de uso foi imediata nos Estados Unidos, é claro, e em países de língua inglesa, como Canadá e Reino Unido. No Brasil, o interesse pelo site é lento, em parte porque o Orkut, que pertence ao Google, tem uma posição de dominância extremamente confortável. Conseguir "roubar" os usuários de outras redes, aliás, vai ser um dos grandes desafios da empresa. "Não acredito que as pessoas participarão de uma única rede social", disse a EXAME Brad Garlinghouse, vice-presidente sênior do Yahoo! e responsável pela área de comunidades. "Isso pode ser verdade no caso de um site como o eBay, em que o usuário efetivamente perde dinheiro se ficar de fora do maior site. Mas, no caso dos de relacionamento, não vejo uma relação tão direta." Outro problema que Zuckerberg pode enfrentar são as acusações de que ele roubou a idéia de ex-colegas de Harvard. Três deles, que fundaram uma empresa chamada ConnectU, movem um processo contra o jovem empreendedor na Justiça americana. Mais recentemente, outro ex-aluno de Harvard mostrou ao The New York Times cópias de mensagens enviadas a Zuckerberg nas quais aparecem menções ao sistema de amizades virtuais e até mesmo ao nome Facebook. Enquanto a Justiça não se pronuncia sobre as suspeitas, porém, é o rapaz de chinelos Adidas e cara de adolescente que ganha as manchetes como o novo grande inovador da web.

O Facebook em números
A rede de relacionamentos é a que mais cresce rapidamente em todo o mundo

-> 31 milhões de usuários ativos

-> 40 bilhões de páginas exibidas(1)

-> 3 horas de uso médio mensal

-> 100 mil novos registros todos os dias

-> 50% dos usuários entram no site diariamente

(1) Em maio de 2007
Fontes: Facebook e Comscore


Fonte: INFO Online

 
 
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